quarta-feira, 30 de abril de 2014

Como a leitura ativa suas células cerebrais





Qual o valor de uma aula de Literatura para você — você conseguiria ler a seu próprio tempo e ao mesmo tempo experimentar os benefícios dessa leitura? Em uma recente colaboração interdisciplinar entre neurobiólogos de Stanford e a professora assistente de inglês Natalie Phillips, os pesquisadores usaram um clássico de Jane Austen (amooo de paixão essa mulher) Mansfield Park para investigar como a leitura crítica ensinada na maioria das salas de aula pode alterar os padrões de ativação cerebral.
Leitura crítica x Leitura casual
Professora há muitos anos, Phillips sempre se interessou em como a leitura podia alterar como as pessoas veem o mundo. Aparentemente, a leitura crítica ensinada na escola parecia aumentar a atenção quando comparada à leitura casual.

Para testar essa teoria, a professora e os pesquisadores de Stanford usaram uma máquina fMRI para escanear o cérebro de 18 participantes enquanto eles liam um capítulo do livro de Mansfield Park.

Primeiro, era pedido aos participantes que lessem casualmente, por diversão. Depois, era solicitado que lessem escrutinadamente. Para se assegurar de que a troca entre os tipos de leitura era devidamente feita, os participantes eram todos PhD em busca de um certificado em Literratura. 

Os pesquisadores observaram que a troca causava também uma troca no padrão de atividade cerebral e que o fluxo sanguíneo no cérebro aumentou, especialmente no córtex pré-frontal.
Funções executivas e o cérebro
O córtex pré-frontal desempenha um papel importante nas funções executivas, que se referem a processos cognitivos que gerenciam como você divide dua atenção e coordena atividades complexas. Philips e sua equipe afirmam que as funções executivas podem ajudam a explicar as mudanças observadas nos cérebrod dos participantes da pesquisa.

Esse campo da neurociência é novo, a a professora espera que esses resultados preliminares levem a pesquisas futuras em como a literatura pode moldar e mudar a cognição. Embora seja ainda muito cedo para entender exatamente o futuro dessas pesquisas, a professora sugere que a leitura crítica pode ser um dia uma importante ferramenta para "ensinar as pessoas como modular sua concentração."

Artigo livremente traduzido de Lumosity .

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Vida organizada: é possível?

Sinceramente, eu não sei se com TDAH é possível termos uma vida organizada.

Mas Deus sabe que não podem nos culpar por tentar!

Eu não sei se a Thaís Godinho tem TDAH. O que eu sei é que o site dela, o Vida Organizada, tem me ajudado muito!

Lá eu encontro dicas e ideias de organização que servem pra quem tem uma vida corrida, com TDAH ou sem.

Essa ideia do bullet journal eu tirei de lá, do caderno de anotações, como organizar a agenda etc. Ela também faz uso de vários apps e gadgets de organização, como o Evernote e o Gtask.

E ela segue o método GTD (Getting Things Done), de um livro que eu venho tentando ler há séculos e nunca consigo me reservar o tempo de ler! Mas eu ainda chego lá! Se você quiser baixar o livro, eu tenho ele em e-book aqui .   Infelizmente o link foi brecado pelo 4shared ¬.¬'

Mostrei o site pra um pessoal no Facebook, e as DDAs ficaram doidinhas!

Tô seguindo os posts dela diariamente e tudo o que eu acho que consigo fazer e me proponho a implementar tem dado certo!

Tenho certeza que vocês também vão ficar hiperfocados nesse site! ;)

Mônica, você salvou a minha vida me indicando esse site! Muito amor nesse momento! <3

Ah, e aqui tem uma entrevista que a Thais deu pra equipe do Evernote: http://blog.evernote.com/ptbr/2014/04/15/thais-godinho-organizada-evernote/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

tô curada

Eu cheguei a uma conclusão: acho que me curei.

Tomo Bup, fluoxetina e Ritalina, 40 mg por dia.

Mas pra complementar, criei um mural com os dias da semana com post-its no meu quarto, e anoto ali os compromissos principais do dia. Cada cor de post-it representando uma área da vida: trabalho, pessoal, afazeres domésticos.

Depois eu mostro ele pra vocês! *_____*

Passei a andar com um caderno na bolsa, onde anoto tudo, e depois transformo as anotações em tarefas e as divido por "indoor" (dentro de casa) e "outdoor"(fora de casa).

No trabalho, acabei de mudar de setor. É quase como se tivesse mudado de emprego. Carrego um caderno verde-limão bem chamativo (pra não perder!! hehe) pra todo lugar, anotando tudo de novo que aprendo e tudo o que devo e quero fazer. Tenho tantos projetos novos que mal sei por onde começar! Mas o primeiro foi excelente e está indo pra sede da empresa pra ser conhecido.

Não larguei mão da agenda em papel e muito menos do meu celular e computador, e uso a agenda do Google, as tarefas do Google (Gtasks) e o Evernote como um caderno virtual.

O caderno do trabalho estou escrevendo em formato de "bulletjournal". Deem uma googlada e vão entender como é.

Aqui tem um vídeo - em inglês - que pode ajudar você a começar seu bullet journal.


Passei a usar uma adaptação do sistema de bullet journal no trabalho, na agenda do trabalho, em papel, que tem me ajudado muito. Eu separo as tarefas por temas e depois faço os bullets na frente de cada tarefa. Escolho três grandes temas por dia, de acordo com as tarefas mais importantes do dia, e divido as grandes tarefas em tarefas menores, por exemplo:



  • Sugestão de atendimento
    • Montar planilha
    • Verificar horários
    • Formatar planilha
    • Enviar e-mail com a sugestão 
Parecem tarefas simples, né? Mas talvez, se eu colocasse só "Sugestão de atendimento" na agenda, eu me perderia no meio do processo.

Entendeu?



Ainda esqueço algumas coisas, mas ainda assim, está dando tudo tão certo, que eu acho que me curei.
P.S.: brinks, eu sei que não me curei. Mas precisei dividir essa melhora na minha qualidade de vida! Estou mais produtiva e feliz do que nunca!

P.S.2: Isso na verdade foi um post de uma comunidade no Facebook, mas eu precisava dividir isso com vocês aqui também! Mais uma prova de que estrutura e disciplina podem nos levar muito adiante! ;)


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dia na praia

Estudos comprovam que um dia na praia pode ser bem diferente entre pessoas com TDAH e sem TDAH.

Clique na imagem abaixo para ver os detalhes:


Esse estudo foi formulado pelo IPEA e pode ser que seja um pouquinho baseado em fatos reais da minha própria vida.

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