sábado, 28 de junho de 2014

Panela de pressão

É engraçado como a pressão pode ter efeitos diferentes sobre a gente.

No trabalho, me sinto mais produtiva quando tenho prazos, porque sou obrigada a fazer mais e melhor em menos tempo. Logo, preciso estar concentrada e eu fico! Geralmente eu hiperfoco e só reparo isso quando vem alguém me perguntar: "Por que você tá tão quietinha hoje?" :)

As pessoas não sabem como fico orgulhosa de mim mesma quando me perguntam isso.

Nos estudos, a coisa funciona mais ou menos do mesmo jeito. Quando comecei a fazer meu último TCC, adiei o quanto deu! Até que não deu mais pra renovar o prazo de entrega e eu coloquei um quente em mim mesma e a criança nasceu! O resultado: uma bela nota dez!

Eu digo que sou lesa mas por sorte sou inteligente.

Agora, na hora de ser dona de casa, a coisa muda de figura. Essa semana eu ia receber uns amigos pra ver o jogo, mas não tive tempo de limpar no dia anterior. Então comecei uma micro faxina duas horas antes de todo mundo chegar.

Resultado: dois quadros e um ventilador quebrados.

Mas a casa ficou limpa. :/

Agora estou cotando quadros e meu porteiro vem amanhã religar a luz do ventilador.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Como organizar suas leituras (apesar do TDAH) - parte IV

Crie um ritual

Todas essas coisas que falam sobre a preparação da leitura são mesmo importantes.

Tudo o que você quiser fazer para tornar essa uma experiência gostosa, faça!

Um bom café ou uma bela xícara de chá - nesses dias frios, uma bebida quente é a melhor coisa - um pratinho de frutas do lado, uma poltrona, sofá, futon, rede, desde que confortáveis ou até mesmo a sua cama são lugares bons pra abrir um livro. Só cuidado pra não dormir! A não ser que essa seja mesmo o seu objetivo: RELAXAR.

Enfim, tudo o que você associa a coisas boas se torna algo mais significativo, prazeroso e fácil de fazer!

Como pessoas normais leem livros
Como eu leio livros



terça-feira, 24 de junho de 2014

Como organizar suas leituras (apesar do TDAH) - parte III

Defina metas

TDAHs precisam de metas e prazos. Ou melhor, de disciplina.

Até pra ler, Avoada? Aham, até pra ler.

Antes de dormir leio até um capítulo, a não ser que o sono esteja muito inevitável! E quem sofre de insônia, não pode perder a chance que representa um bocejo! Abri a boca, eu fecho o livro!

No trânsito, leio o quanto posso. Chegou o ponto, fecho o livro e retomo quando pegar o ônibus/metrô/trem de novo.

Quanto ao estudo de Direito, a coisa é mais séria e segue o cronograma de estudos. Tento me ater ao máximo a ele. Se hoje vou estudar Sucessões, vou ler toda a parte de Sucessões no dia de hoje, nem que isso represente mais de um capítulo, o que não é incomum.

Tento me manter concentrada por no mínimo 20 minutos, nos dias ruins, e por até 50 nos dias bons, em que a mente está afiada e me obedecendo. Aí paro a cada 20/50 minutos de estudo pra beber uma água, fazer xixi, comer um gummy bear. :P

Outro ponto importante: marcadores!

São divertidos e bonitinhos e eu defino um lado dele pra determinar em qual folha parei. Procuro parar a leitura no topo das páginas pra não me perder.

Se você quiser, pode fazer seus próprios marcadores e deixar essa criatividade viajar! Ó o gif aí embaixo!









Esse é perfeito! Eu nem precisaria ler a página inteira. Bastaria posicionar o dedinho onde parei!
Aqui embaixo tem os links onde encontrei essas imagens e tem tutoriais de como fazer seu próprio marcador. Vale a pena dar uma olhada!

http://mylifeoutsideofseries.blogspot.com.br/2013/03/marcadores-de-livros-criativo.html
http://viciadas-em-livros.blogspot.com.br/2013/03/inspiracao-marcadores-de-pagina.html
http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2013/05/oi-gente-se-voces-assim-como-gente.html

domingo, 22 de junho de 2014

Como organizar suas leituras (apesar do TDAH) - parte II

Métodos

Eu tenho TDAH. Então, eu não tenho método pra leitura! Aliás, se você entrou nesse blog buscando métodos, vai acabar se frustrando!

Quando você é TDAH, a primeira coisa que precisamos aceitar é a tentativa. Estamos sempre tentando nos melhorar e nem sempre temos sucesso. Não estou dizendo pra você aceitar a falha e abraçá-la como sua melhor amiga, mas conviva de forma natural com o fato de que nem sempre você vai acertar.

No que concerne minhas leituras, eu tenho algumas manias/ tentativas de organização (que nem sempre são eficientes):

Defina ambientes

Eu não consigo ler um livro de cada vez! Tem muitos assuntos que me interessam, e ao mesmo tempo, e eu não sinto nenhuma culpa por isso!

Então, eu defino ambientes e períodos do dia pras minhas leituras.

Na escrivaninha sempre mantenho um livro de Direito pra ler, porque é lá que eu estudo. Meus livros de pesquisa ficam ali também, então, mantenho ali os livros de consulta, dependendo do tema que estou pesquisando. Podem ser até uns cinco livros, mas sempre tem um principal, que funciona como um guia. Quem estuda Direito sabe que sempre tem a corrente majoritária, então eu leio um doutrinador majoritário e vou permemando a leitura com outros doutrinadores com opiniões divergentes, pra ir formando minha opinião e linha de pesquisa.

Eu tenho dois períodos de estudo por dia: manhã (8h às 10h) e noite (21h às 23h). Nem sempre consigo estudar os dois períodos, ou pelo período completo, mas é nessa hora que leio sobre Direito.

Na bolsa sempre mantenho um pocket book pros trajetos pendulares. Se estou no trânsito, organizo minha agenda e tarefas no celular e depois me distraio com um livro. Gosto de ler livros sobre TDAH nesse período. Eles despertam meu raciocínio. Nesse momento também leio muitos e-books.

Eu PRECISO de livros de cabeceira! Ler também me relaxa pra dormir. Então, sempre mantenho um  livro bem leve, gostoso de ler do lado da cama. Pode ser poesia ou literatura, em qualquer idioma que eu consiga ler. Não pode ser um livro que me desperte ou desafie. Não sou muito boa em espanhol, por exemplo, então não leio livros desse idioma nessa hora e nem livros sobre psicologia, porque é um assunto que me deixa ligadíssima!

Estava lendo o blog da Thais Godinho e ela postou ontem sobre ler também, super coincidência! Dá uma passadinha no http://vidaorganizada.com e dê uma lida, vale a pena!

Imagem: birdsonawire.blog.com

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Como organizar suas leituras (apesar do TDAH) - parte I


Esse post foi um pedido especial da +Thaíssa Falbo , que disse precisar de ajuda com suas leituras.

A principal característica do Transtorno de Déficit de Atenção seja talvez a instabilidade dos níveis de atenção e concentração.

Dependendo do assunto tratado em um livro, o TDAH pode muito bem passar horas agarrado na brochura como abandoná-lo nos primeiros parágrafos (ou linhas!).

Eu sou uma leitora voraz e me guio muito pelo que estou sentindo pra começar minhas leituras. Às vezes quero praticar o inglês ou o francês e retomo minhas leituras nesses idiomas. Em outras, quero uma história que me prenda, fascinada! E sempre permeio essas leituras com livros técnicos sobre Direito e Psicologia; um porque é minha área de formação, o outro porque estou sempre lendo sobre TDAH e comorbidades.

Aí você me pergunta: como você consegue conciliar todas essas leituras? Então... não consigo! HAHAHA!

Não raro, me perco no que estou lendo e abandono um livro pra começar outro, porque enjoei, porque quero ler outra coisa, porque esse ta muito difícil, porque esse é muito fácil e por aí vai! Rsrsrs

Então, é preciso ter alguma organização pra não me perder nas leituras.



Foto: http://yumenosekaimm.blogspot.com.br/2013/09/skoob-tag.html
A primeira ferramenta que eu uso pra organizar os livros é o skoob, um site em que você registra a sua biblioteca e tenta organizar. Defini ali minha meta de leitura pra esse ano (que é alterada o tempo todo, porque sempre acabo comprando livros novos pra ler e incluo lá), além dos que eu quero ler, já li, vou reler etc. Se você quer organizar suas leituras, recomendo fazer seu cadastro no site e começar já!

Eu gostei também muito das dicas da Fernanda no Segredos em Livros. Ela faz muita coisa que eu faço, mas vou ser mais detalhada quanto às minhas rotinas de leitura nos próximos posts! :)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

TDAH é um presente divino

video

Para os que acreditam que por serem TDAH são mais criativos, corajosos ou expressivos do que outras pessoas e que isso é super positivo, fica a fala do Dr. Barkley, que avisa que os aspectos positivos de sua personalidade independem do transtorno, e em como é difícil obter reconhecimento do estado e da sociedade dos aspectos negativos dessa doença quando temos pessoas bradando que são especiais por causa do TDAH.

Se você tem TDAH e é especial, você é especial por que é, e não por causa do transtorno! #ficadica

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Harry Potter tem dispraxia

Tava lendo uma notícia sobre o Daniel Radcliff, o garoto que interpretou Harry Potter no cinema, que me chamou muito a atenção. Um biógrafo lançou uma biografia não-autorizada do ator e relata o que poderia ser a causa do recente alcoolismo do rapaz.


Fonte: Veja


"Ele viveu episódios em que não conseguia fazer nada, nem amarrar o cadarço do sapato”, diz Jernigan em entrevista ao site Radar Online. O escritor também conta que as gravações de Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) foram interrompidas diversas vezes por causa da doença.
“Daniel sentia que o distúrbio o deixava para trás. Ele não se via como um garoto normal”, diz o biógrafo. “Daniel começou a tomar alguns drinques na casa dos pais. E quando foi morar sozinho, aos 17, se tornou totalmente dependente do álcool. Ele tentava esconder seus problemas com a bebida.”
Aí você me pergunta: que distúrbio será esse que tanto atrapalhou a vida desse cara?
O distúrbio do Harry Potter poderia ser atribuído a muitos TDAHs, que são famosos por serem tão desjaeitados e desastrados.

Estamos falando de dispraxia.

Dispraxia, segundo a Wikipédia, é uma disfuncão motora neurológica que impede o cérebro de desempenhar os movimentos corretamente. É a chamada "síndrome do desastrado".

O que é?


A dispraxia é um distúrbio no desenvolvimento que se manifesta com uma dificuldade no movimento do corpo, em relação ao espaço e ao tempo. A dispraxia, também conhecida como "Síndrome da criança desastrada", tem a ver com uma dificuldade ou incapacidade para realizar movimentos que pedem certa coordenação, por exemplo amarrar o cadarço, usar talheres, escrever, etc. Se ela for tratada adequadamente tem um bom prognóstico, no entanto não é reversível porque se trata de um amadurecimento inadequado dessa área, mas a criança pode ter um rendimento adequado e uma boa adaptação.

Como detectar?

Geralmente os dispráxicos apresentam os sintomas abaixo:

  1. Aprendizagem tardia. As crianças dispráxicas aprendem mais tarde do que as outras determinadas ações como falar, sentar, ir ao banheiro, engatinhar. (eu mesma só aprendi a falar depois dos 9 meses, bem mais tarde que as crianças da minha vizinhança. Meu pai, que já andava fulo da vida com um vizinho que dizia que eu seria muda, começou a me doutrinar a dar uma resposta à altura pro velho. O tiro saiu pela culatra quando mandei a diretora da escola "tomar no c*")
  2. Dificuldades na realização de movimentos. À medida que a criança cresce, ficam mais evidentes os sinais do síndrome da criança desajeitada, por isso aparecem dificuldades na realização de movimentos sutis como amarrar os cadarços, usar os talheres, escrever, entre outros. (quando criança, quebrava pelo menos um copo/prato lavando a louça e meu irmão tinha dificuldades na fala e escrita)
  3. Falta de equilíbrio e coordenação. Não têm noção das dimensões espaciais, é por isso que fazem movimentos desajeitados e sem cuidado.
  4. Dificuldades de aprendizagem. Inadequada coordenação nos movimentos com o uso de tesoura, lápis e desenho. Também aparecem problemas na fala.
  5. Problemas de concentração. As crianças dispráxicas costumam ter grandes dificuldades para se concentrar em uma única tarefa, com tendência a se distrair com facilidade.
  6. Inquietude. Estas crianças costumam estar em constante movimento, com dificuldades para ficar quietas.
  7. Habilidades sociais. As crianças com dispraxia têm grandes dificuldades para fazer amizade. São crianças que se aborrecem facilmente.
  8. Memória a curto prazo e organização. Têm dificuldades em lembrar das instruções e recomendações recebidas recentemente. Também apresentam má organização na hora de realizar tarefas.

Conselhos:

  • É importante ir a um psicomotricista para a reeducação, pois a dispraxia permanece ao longo da vida. Quanto mais cedo começar com o tratamento, melhor prognóstico.
  • A manifestação dos sintomas depende da idade e das características da criança.

Continuar lendo: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-detectar-a-dispraxia-4805.html#ixzz34AWPpLoF


Eu não sou desajeitado. É só que o chão me odeia, as mesas e cadeiras são bullies e as paredes entram no caminho

 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

40 sinais de que a sua memória é horrível (com comentários)

Vi esse texto rolando no twitter e me peguei lendo e respondendo aos itens. Então, pensei: isso fica legal no DDA! rsrs
Então, aí vai: 40 sinais de que seu cérebro é uma tigela de gelatina com comentários da Avoada. ;)



1. Você não consegue decorar um número de telefone que acabaram de te passar. (Sério, alguém consegue? Não acho nem normal alguém conseguir fazer isso)

2. Você demora mais de três meses pra decorar o número novo do próprio celular. (OK, aqui o cara exagerou. Em dez dias dá pra decorar)

3. Às vezes você esquece quantos anos tem. (Às vezes? Hahahahaha!)

4. É 26 que eu tenho? Ou 27? Peraí, eu nasci em 85… Então eu já tenho 30? Não, não, 29. Digo, 28 porque eu ainda não fiz aniversário.

5. Você é apresentado a uma pessoa e esquece o nome dela imediatamente.(Nem sempre, mas confesso que faço uso de muitos apelidinhos do tipo "querida" e "fofo". E eu odeio ter que fazer isso! Geralmente tento fazer alguma associação, mas nem sempre funciona) 

6. Você lava a cabeça duas vezes no mesmo banho. Não porque segue as instruções da embalagem à risca, mas porque não consegue lembrar se já tinha lavado a cabeça e lava de novo pra garantir. (Esse cara lê meu blog...)

7. Quem te conhece bem sempre diz estas quatro palavras: “Não vai esquecer, hein?” E quem não conhece ouve as clássicas "Ih, esqueci!"

8. Às vezes você esquece a ordem dos próprios sobrenomes. (Só tenho um. Deus é bom e me deu uma família mononômica)

9. Às vezes você esquece o número da própria casa. (E confundo com os números de endereços onde já vivi também)

10. Você não lembra muitos detalhes dos dias mais importantes da sua vida. (E não foi por causa do álcool)

11. Você tem no máximo cinco memórias da infância. (Biscoitos, cachoeira, praia, hummm. Se eu lembrar de algo mais, eu volto)

12. Seu amigo antigo com memória boa lembra de coisas da sua vida de que você mesmo não se lembra. E, se ele não tivesse te contado, você teria morrido sem lembrar. (Sensação horrível essa...Você pode ter sido abusado e não lembra!)

13. Quando você vai dizer algo pra uma pessoa, esquece o que era e não consegue prestar atenção no que ela tá falando porque fica tentando lembrar. (E depois ela pergunta algo e você responde com um "É mesmo" e a pessoa acha que vc é doida)

14. Você conta a mesma história duas ou mais vezes pras mesmas pessoas. (Pra minha mãe, minha terapeuta, meus irmãos, colegas de trabalho, minha mãe...)

15. Suas histórias começam com “acho que eu já contei essa história…”

16. Você esquece de dar os parabéns ao aniversariante na festa dele. (hahaha! essa eu nunca aprontei. E vcs?)

17. Você ignora as orientações dos especialistas em segurança e usa a mesma senha pra tudo. (Ou é isso ou anotar todas no mesmo lugar! O que é pior?)

18. A sua senha de seis dígitos no banco consiste nos quatro primeiros dígitos da sua senha de quatro dígitos no banco. Dã!

19. Você vai ao trabalho de carro e volta de ônibus.(Possível de acontecer)

20. Você abre uma aba no navegador e esquece qual site ia visitar.(Originalmente, eu entrei aqui pra ver meus e-mails)

21. Você abre o Facebook pra fazer algo específico lá, começa a ver o feed de notícias e esquece o que era.(de novo, e-mails)

22. Você passa um cafezinho, vai fazer outra coisa e pensa, dez minutos depois: “Que sono, vou fazer um café.”(e de repente tem um bem na minha frente, mágica! Mas tá frio. Droga)

23. Você coloca água pra ferver, esquece e ela evapora. Aí você coloca de novo, ESQUECE DE NOVO E ELA EVAPORA DE NOVO. (Definitivamente, essa pessoa me lê)

24. Em aulas de qualquer coisa —dança, adestramento de cachorro— você fica com medo de o instrutor achar que você é burro.(O rosto deles me diz tudo)

25. Quando perguntam se você fez uma coisa que tinha que fazer, sua resposta costuma começar com “puuutz…”(Nos dias mais tranquilos....)

26. “Você mandou o e-mail lá?” “Puuutz…”

27. “Você levou o lixo?” “Puuutz…”


28. “Você falou com o seu pai?” “Puuutz…”

29. Você usa o GPS pra percorrer um trajeto que já fez 30 vezes.

30. Você não consegue conceber como as pessoas se locomoviam antes do GPS.(Essa era minha resposta pro tópico anterior!!!)

31. Você esquece o que ia falar, consegue lembrar e… esquece de novo, claro.(As pessoas ficam me interrompendo! Quando elas vão entender que em um diálogo comigo não há diálogo?! Eu que falo!

32. Você é a pior pessoa pra passar um recado a alguém.(Já perdi empregos por isso...)

33. Você se surpreende com alguma coisa que vê em casa e pensa: “QUEM FOI QUE FEZ ISSO?” Foi você.(Hahahaha, direto!)

34. Você nunca lembra de sacar dinheiro.(Lembro sim! Na hora de pagar a conta naquele bar que não aceita cartão, eu lembro.)

35. Você era muito ruim no Genius.(Eu não lembro o que é Genius)

36. Você vai ao mercado, te pedem pra trazer alguma coisa e… Bom, adivinha o que acontece.(Eu peço por whatsapp que alguém traga porque eu fiz o rancho do mês já, poxa! E daí que não precisava e só queriam leite?! Eu fiz o maior esforço.)

37. Quando te pedem pra trazer mais do que duas coisas, você interrompe a pessoa e diz: “Não, não, não, peraí, anota aí que eu não vou lembrar.”(Não ando sem bloquinhos de anotação e vivo com as mãos cheias de informação. Ás vezes eu as perco no suor da mão...)

38. Acham que você fuma maconha, mas você não fuma.(Desde os 9 anos me chamam de drogada ou dizem que esqueci o "gardenal")

39. Você sempre marca alguma coisa pro mesmo horário de uma coisa que você já tinha marcado.(Eu uso todo tipo de agenda possível e imaginável agora. Mas se não usasse, sim, eu faria isso.)

40. Você sempre esquece de começar a usar alguma coisa, tipo Google Agenda, pra parar de esquecer as coisas.(Eu até começo, mas abandono de vez em quando, então, é como se nem tivesse começado)

domingo, 8 de junho de 2014

TDAH e drogas


Tirei um pedacinho da matéria pra vocês verem a relação que pode existir entre o TDAH e o abuso de substâncias entorpecentes, especialmente a cocaína.

Contudo, um ponto bastante destacado pelo médico é a presença de fatores paralelos, que possam levar ao consumo de drogas. O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), segundo o profissional, é uma das causas mais comuns que podem levar ao uso de drogas. "Uma criança que tenha um TDAH não diagnosticado pode gerar um adolescente que busque nas drogas muitas respostas que não encontrou na sociedade. O maior problema nisso é que os próprios profissionais sentem muita dificuldade para diagnosticar o TDAH. A escola, assim, poderia ser um aliado nessa luta, identificando crianças agitadas demais ou muito quietas, por exemplo", apontou Fábio Barbirato.
Na opinião do especialista, o papel do profissional, no diagnóstico mais preciso do TDAH, aliado à intensa observação do professor em sala de aula e, principalmente, ao apoio da família são fundamentais para a detecção de alterações que possam levar ao uso de drogas. "Sobre o consumo de drogas, a culpa não é nossa, mas o problema é nosso sim", conclui."

Pra quem não sabe, o metilfenidato (Ritalina) é da mesma família química da cocaína. É um estimulante mental e que deve ser utilizado sob orientação médica para se obter o melhor desempenho da medicação, sem que o paciente abuse dela.

E aí, você se pergunta: corro o risco de criar dependência à medicação?

Pra você não ficar sem resposta, tem esse vídeozinho bem rapidinho pra você assistir:

quarta-feira, 4 de junho de 2014

TDAH e meditação






Um novo estudo da Brown University descobriu que uma forma de meditação para atenção conhecida como MBSR pode agir como  um "botão de volume" para atenção, alterando o padrão de ondas cerebrais. 




Lumosity






O que é MBSR?





Originalmente desenvolvida por um professor da Escola Médica da Universidade de Massachusetts, a meditação de atenção para redução de estresse (mindfulness based stress reduction - MBSR) é baseada em técnicas de autoconhecimento e atenção que foram praticadas de uma forma ou de outra nos últimos dois milênios. O programa de oito semanas de MBSR ainda segue alguns dos princípios da prática original budista, treinando os praticantes a concentrar-se em "pontos de luz de atenção" em diferentes partes do corpo. Eventualmente, espera-se que os praticantes tragam esta experiência para o desenvolvimento da atenção aos seus estados mentais.

Nos últimos 20 anos, MBSR e uma prática similar chamada MBCT foram incluídas em vários planos de saúde de países mais desenvolvidos. Alguns estudos mostraram que estas práticas podem reduzir o estresse em indivíduos com dores crônicas e diminuir o risco de recaídas em depressão.

Nesse estudo, os pesquisadores da Brown University queriam investigar se a MBSR poderia ter uma aplicação mais ampla do que apenas o reino clínico. Poderia a MBSR impactar as ondas alfa do cérebro a ponto de ajudar a filtrar e organizar recepções sensoriais, melhorando o controle da atenção?





Desenho do estudo





Os pesquisadores dividiram os doze adultos participantes em dois grupos: um praticando MBSR e outro não. Depois de 8 semanas, uma magnéticoencelafalografia scaneava o cérebro dos pesquisados enquanto recebiam toques nos pés e nas mãos.

Como resultado, as ondas cerebrais alfa do grupo que se submeteu à MBSR apresentaram mudanças maiores e mais rápidas em relação ao outro grupo, demonstrando que o primeiro gruop era mais capaz de rapidamente concentrar-se em partes relevantes do corpo.





Como as ondas alfa afetam a cognição





Os ritmos alfa ajudam a filtrar as recepções sensoriais no cérebro. Sem a filtragem apropriada, a habilidade de realizar muitas das operações cognitivas mais básicas pode ficar prejudicada.

Imagine a simples tarefa de tirar seu carro da garagem. Para atingir a rua de maneira segura, você deve ter em mente qual seu destino para que direcione o carro corretamente e deve ignorar distrações de todo tipo: notícias no rádio, crianças brincando no fim do quarteirão, uma coceira no seu pé, o brilho do sol nos seus olhos. A maioria das pessoas filtram essas distrações inconscientemente - mas se estímulos irrelevantes te distraem, dar a ré no carro pode se tornar uma provação.

Esse estudo da Universidade Brown está em consonância com outras pesquisas sobre meditação, confirmando descobertas anteriores que ligam performance de atenção melhorada em testes visuais e meditação. Embora seja ainda muito cedo para declarar meditação uma cura - desde para dores crônicas como para controle da atenção, será fascinante ver o que o futuro reserva sobre o impacto sobre o cérebro causado por essa tradição milenar.

Livremente traduzido de: www.lumosity.com

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